Politiques de l'inimitié

Politiques de l'inimitié As grandes culpas do mundo civilizado no estado atual de inimizade entre povos. Cet Essai Explore Cette Relation Particuli Re Qui S Tend Sans Cesse Et Se Reconfigure L Chelle Plan Taire La Relation D Inimiti S Appuyant En Partie Sur L Uvre Psychiatrique Et Politique De Frantz Fanon, L Auteur Montre Comment, Dans Le Sillage Des Conflits De La D Colonisation Du XX E Si Cle, La Guerre Sous La Figure De La Conqu Te Et De L Occupation, De La Terreur Et De La Contre Insurrection Est Devenue Le Sacrement De Notre PoqueCet Essai Explore Cette Relation Particuli Re Qui S Tend Sans Cesse Et Se Reconfigure L Chelle Plan Taire La Relation D Inimiti S Appuyant En Partie Sur L Uvre Psychiatrique Et Politique De Frantz Fanon, L Auteur Montre Comment, Dans Le Sillage Des Conflits De La D Colonisation Du XXe Si Cle, La Guerre Sous La Figure De La Conqu Te Et De L Occupation, De La Terreur Et De La Contre Insurrection Est Devenue Le Sacrement De Notre Poque Cette Transformation A, En Retour, Lib R Des Mouvements Passionnels Qui, Petit Petit, Poussent Les D Mocraties Lib Rales Endosser Les Habits De L Exception, Entreprendre Au Loin Des Actions Inconditionn Es, Et Vouloir Exercer La Dictature Contre Elles M Mes Et Contre Leurs Ennemis Dans Cet Essai Brillant Et Br Lant D Actualit , Achille Mbembe S Interroge, Entre Autres, Sur Les Cons Quences De Cette Inversion, Et Sur Les Termes Nouveaux Dans Lesquels Se Pose D Sormais La Question Des Rapports Entre La Violence Et La Loi, La Norme Et L Exception, L Tat De Guerre, L Tat De S Curit Et L Tat De Libert Dans Le Contexte De R Tr Cissement Du Monde Et De Son Repeuplement La Faveur Des Nouveaux Mouvements Migratoires, L Essai N Ouvre Pas Seulement Des Pistes Neuves Pour Une Critique Des Nationalismes Ataviques Il Pose Galement, Par Del L Humanisme, Les Fondements D Une Politique De L Humanit One of the most important books. Dei algum tempo a decidir me sobre o que escrever Quando vi o livro fiquei muito impressionado e interessado pelo que projectava nele Adorei os primeiros cap tulos, arrisco a dizer at , assim por alto, 60% do livro Separa situa es delicadas em entendimento e tece um manto que almeja albergar humanidade, coes o e muitas coisas mais atrav s da sempre boa e educada diplomacia.O problema est mesmo em sentir que o livro foi constru do atrav s de uma projec o e n o de uma ideia, que ao ser materializada ficaria sedenta por encontrar os seus pares em muitos mais cap tulos Que como quem diz, atr s desta diplomacia existe raiva, existe rancor e muita humanidade a chorar por um mundo melhor E com isto, todos podemos simpatizar com especialmente dado a algo t o grotesco como a segrega o Mas uma parte de mim tamb m falou mais alto Eu reconheci me neste livro, no passado e infelizmente muitas vezes ainda tamb m fa o o mesmo Eu utilizo estruturas de conhecimento que consigo desconstruir e reconstruir facilmente para expor pensamentos complexos que almejam dar forma minha vontade, mas nesses momentos entendo tamb m que certas coisas s o incomunic veis Porque a nossa vontade subjectiva, digna apenas da nossa experi ncia Existem termos, objec es l gicas e como tal muito plaus veis que bloqueiam muitos argumentos e possibilidades, mas n o s o raz o, s o entendimento O entendimento que n s temos da vida atrav s da nossa experi ncia A vida sentida de forma subjectiva e sim n o existe muita responsabilidade no dia a dia, porque n s n o entendemos nem queremos assumir a responsabilidade da subjectividade.Parte desta irresponsabilidade tem bom fundo, eu acredito, mas parte desta irresponsabilidade tem como h bito pedir subjuga o, neste caso a uma estrutura de conceitos muito bem fundamentada que pode servir de mandamento Mas este o problema de muitas religi es, a no o de mandamento.Muitas vezes ao sentir esta raiva escondida senti me vulner vel minha fragilidade condi o a que todos estamos expostos, a da incerteza Simpatizo muito com as causas do senhor Achille Mbembe e admiro muito as capacidades do seu discurso, mas a sua raiva a pedir humanidade, muito bem disfar ada, uma raiva que admito ter encontrado em Nietzsche e que me afastou de comunicar com ele at aos dias de hoje , levou me a criar alguma dist ncia Eu encontro estes mecanismos que considero de defesa em muitos fil sofos modernos, criam uma linguagem quase que herm tica num dos sentidos, o de fora para dentro, mas aceita os a todos e deixa que depois de um processo de inclus o a mesma se d de dentro para fora, nos outros.Mas esta teimosia extrema serve apenas para ganhar batalhas tempor rias E existem alturas na vida de um Homem em que necess rio atacar a estrat gia e n o lutar com melhores armas apenas Sun Tzu, O Guerreiro experiente n o luta, ele ataca a estrat gia E Achille Mbembe, tal como muitos fil sofos modernos, caiem nesta ilus o, a de acharem que um discurso intelectual com capacidades polim rficas de desconstruir a pr pria vida em si, pode esconder o desequil brio que necess rio para criar tal discurso Um discurso que muitas vezes vive de um orgulho ferido, de uma necessidade de auto afirma o reflexiva, a vaidade que sangra A luta contra a aliena o Sim estamos a lutar, mas com armas mais evolu das, continuamos a compactuar com a estrat gia.Volto a dizer, simpatizo muito com a sua causa Mas a vida disruptiva, n o se pode enganar a vida, mas sim lembrar os outros onde se encontra a vida, nem que seja apenas aos nossos olhos E l pelo meio, acredito que um dia vamos encontrar muita paz, ou pelo menos uma paz que dure o suficiente para ser relembrada.Infelizmente, com isto, quero dizer Toda a pol tica tem como base a inimizade Porque toda a pol tica diz, eu estou mais certo que ele , mas isso uma meia verdade, mesmo perante a situa o mais pecaminosa, e isto magoa, fere qualquer ser humano entender isto N o existem lados, somos todos seres humanos Somos todos consci ncia.N o se muda o mundo, s podemos mudarmo nos aqui que se sente a humanidade dilacerante de Franz Kafka, Na luta entre ti e o mundo, apoia o mundo Com todo o respeito luta digna de Achille Mbembe por um mundo melhor e pe o desculpa o texto mal organizado, mas infelizmente o tempo n o me permite melhor e sinceramente, muito sinceramente, tenho medo que o tempo em si leve a vontade que eu tenho de manifestar estes sentimentos Este livro um livro dif cil um livro de ideologia centrado no combate ao racismo, em particular o do branco face ao negro, do colono face ao colonizado e ao escravo Mas a sua dificuldade reside na avalanche de termos e, sobretudo, da sua desconstru o e reconstru o que o autor realiza com grande per cia Outro ponto fundamental no livro s o as ditas pol ticas de inimizade e a economia de guerra que tamb m desenvolve com perspetivas inovadoras A obra de Frantz Fanon um suporte habitual nos livros de A Mbembe que nutre grande admira o por Fanon Globalmente, a estrutura o do livro acusa uma certa debilidade, denotando se uma concatena o for ada de v rios ensaios de modo a constituirem a obra Apesar de uma certa dificuldade na apreens o e assimila o de diversos conceitos, tanto pelo modo exuberante e quase explosivo a que o autor recorre na sua exposi o, fica nos sempre bastante da obra lida pelo que a recomendo. Un peu en dessous du niveau de pertinence de son Critique de la Raison N gre , mais l intellcetuel camerounais a encore fait un travail de consistance C est, entre autres, une analyse tr s int ressante de la n gation de l alt rit telle qu elle constitue l une des constantes des rapports humains actuellement au niveau global L auteur exhorte l homme de ce si cle d adopter et de cultiver l thique du passant , une attitude tr s glissantienne en r f Edoaurd Glissant travers laquelle l auteur esp re que ses contemporains r ussiraient conjurer les d mons du nationalisme atavique.

Joseph Achille Mbembe, known as Achille Mbembe born 1957 , is a Cameroonian philosopher, political theorist, and public intellectual.He has written extensively in African history and politics, including La naissance du maquis dans le Sud Cameroun Paris, Karthala, 1996 On the Postcolony was published in Paris in 2000 in French and the English translation was published by the University of Calif

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  • Kindle Edition
  • 184 pages
  • Politiques de l'inimitié
  • Achille Mbembe
  • English
  • 05 April 2017

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